Viagem Cultural

Dicas e opiniões sobre assuntos diversos.

A BESTA QUE SUBIU DA TERRA

Apocalipse 13: 11:18

Prosseguindo na interpretação de Apocalipse 13, vou escrever sobre a segunda parte da profecia, identificando a da besta que subiu da terra e a sua ligação com a primeira besta, a Igreja Católica Romana.

A Igreja Católica foi a instituição que dominou a Europa durante a Idade Média e dois fatos foram importantes para que isso acontecesse.

O primeiro foi em 312 quando o Imperador Constantino garantiu liberdade de culto aos cristãos, através do Édito de Milão.

O segundo foi em 538 quando o Imperador Justiniano decretou que o bispo de Roma tinha autoridade final na interpretação das escrituras, e possuía autoridade sobre a parte ocidental do Império Romano.

11  E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão.

Já escrevi no outro texto sobre a primeira besta, que o dragão representa o Império Romano, e os chifres normalmente representam reis.  O falar como dragão significa, portanto, que é um reino que possuía a autoridade semelhante ao Império Romano. Esse reino foi o Império Bizantino. Os dois chifres representam seus dois grandes imperadores que direta, ou indiretamente, colaboraram para que a Igreja Católica fosse ganhando cada vez mais autoridade: Constantino e Justiniano.

12  E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.

Depois de adotar o cristianismo como a religião oficial, Constantino praticamente assumiu o controle da Igreja. Foi ele quem convocou o primeiro Concílio de Nicéa para definir algumas regras e doutrinas da Igreja.

13  E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens.

14  E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida de espada e vivia.

É importante notar que o anjo disse para João que ela enganaria as pessoas com seus sinais e milagres. Não disse que eles não ocorreriam, mas que a Igreja usaria disso para enganar as pessoas.

Fazer uma imagem da besta significa fazer uma “cópia” da Igreja. E foi o que Constantino e Justiniano fizeram quando proibiram outra religião que não fosse a católica nos domínios do império. O império deveria ser católico, uma imagem da Igreja Católica.

15  E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.

A imagem da besta ganhou vida quando Constantino começou a ditar as regras de como deveria ser a doutrina católica. Para muitos ele é tido como o fundador do catolicismo. Justiniano mandou matar multidões que não concordavam com a doutrina católica. Seu objetivo era reconstruir em Constantinopla uma “nova” Roma. Seu lema era “um Estado, uma lei, uma igreja”. Perseguiu judeus, pagãos e heréticos. Fechou a Escola Filosófica de Atenas e a Academia de Platão. Essas atitudes contribuíram para fomentar o início da inquisição na Idade Média.

16  E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na mão direita ou na testa,

17  para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.

Coincidência ou não, na Idade Media a Igreja considerava a prática de comércio (compra e venda) como um pecado de usura. Só era legítimo o comércio praticado com a finalidade de servir de abastecimento à família (subsistência). Mas, tivemos outras épocas na história em que a compra e venda era proibida.

 Durante a inquisição, em uma Europa católica, ou se aceitava as ordens da igreja ou se submetia a tortura e morte.  Os que sobreviviam perdiam os seus direitos civis, e não podiam nem comprar e nem vender. A mão direita significa aceitação. Quando alguém está á mão direita de outrem significa que está “alinhado” com o outro. Já a testa é na cabeça, onde se está a mente. Os que aceitam a marca na testa,  quer dizer que aceitam por convicção.

18  Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, porque é número de homem; e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

Quando as pessoas interpretam o Apocalipse sempre tratam a linguagem como sendo simbólica, porém, insistem em querer interpretar essa passagem de forma literal. Ninguém vai sair nas ruas com o número 666 estampado na mão direita ou na testa. Como todo o livro de Apocalipse esse texto também usa linguagem simbólica.

O número 666 não é um número místico e nem deve ser temido. Ele é simplesmente um meio que vai nos fornecer a identidade da besta.

Já sabemos que besta é um império e quem se encaixa perfeitamente na profecia é o império da Igreja Católica. No capítulo 17 o anjo chama a besta de prostituta e grande Babilônia. Se a profecia nos remete à Babilônia é lá que devemos buscar a resposta.

Muitas fórmulas matemáticas, padrões de cálculos de peso e medida que conhecemos hoje procedem da Babilônia, assim como o sistema décimal e o hexa com base no número seis. A divisão da hora em 60 minutos e estes em 60 segundos são heranças do sistema hexagesimal babilônico.

 Na religião eles representavam a criação por uma linha reta, que tem início e fim. Já a divindade era representada por um círculo, um símbolo que não tem início e nem fim. Seu ângulo de 360 graus não é por acaso. É o resultado de multiplicação de 60 x 6.

Eles eram politeístas e representavam seu deus menor com o número 6,  seu deus maior com o número 60, e o seu panteão (conjunto de deuses de uma determinada religião) era representado pelo número 600. A soma deles é 666.

No livro de Daniel, capítulo 3, lemos que um dos mais importantes reis da Babilônia, Nabucodonozor II, ordenou que fizessem uma estátua sua e obrigou todos do reino a adorá-la. O que chama a atenção é exatamente as medidas dessa estátua: 60 côvados de altura por 6 côvados de largura. O objetivo dessas medidas era de englobar todos os deuses, tanto o menor quanto o maior.

Mas o que a Igreja Católica tem a ver com esses números?

A palavra Babilônia vem de babel e significa confusão. A Igreja Católica desde o seu início tem causado grande confusão nos seus seguidores, misturando doutrinas do paganismo com o cristianismo. Por essa razão que o anjo comparou-a a antiga Babilônia. Como na Babilônia, onde eles tinham um deus para cada problema, a Igreja Católica tem um “santo” para cada causa.

Ela é a besta que é representada pelo número 666.

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01/03/2011 - Posted by | Religião | , , ,

17 Comentários »

  1. “Apocalipse 13.11 a”

    E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro, e falava como o dragão…
    Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento; calcule…, por que é um numero de um homem…”

    Significado das palavras:
    Besta: quadrúpede de grande porte, animal, lobo, mula. Figurativo de uma pessoa de mentalidade fechada, intolerante, indivíduo pretensioso, pedante, presunçoso, arrogante…
    Dragão: monstro mitológico representado com cabeça de dinossauro, cauda de serpente, asas de águia e garras de tigre. Figurativo de pessoa de má índole, violenta, furiosa, perversa, corrupta, tirana
    Cordeiro: animal domestizado em regiões hostis como gado, por causa de sua resistência ao clima; e também muito usado em holocaustos e sacrifícios dos povos antigos. Figurativo de pessoa mansa, simples, humilde, pacífica, obediente

    O Apocalipse é uma revelação espiritual, que necessita de olhos e ouvidos para compreender a essência do simbolismo da letra de sua mensagem espiritual, que é destinada a todos os credos, de todos os tempos da evolução terrena.
    E ao longo dos séculos no decorrer da civilização sempre surgiram homens, ou grupo de pessoas que criam instituições, e com orgulho se julgam sabichões da crença e manipulam o psicológico humano utilizando as coisas sagradas (à força das palavras sem exemplificação de obras uteis para a sociedade), numa falsa situação de entendimento espiritual.

    A besta, que subiu da terra, com dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; mas, que fala com astúcia de um dragão – são os sentidos do lobo disfarçado de ovelha. O termo: vi subir da terra outra besta, indica no seu simbolismo que essa besta pode se levantar em qualquer espaço territorial, em qualquer século, em qualquer geração, sempre que o homem faz domínio das crenças, em nome do divino, com o objetivo bestial aos seus interesses obscuros.

    Os dois chifres do cordeiro é o sentido da palavra renovadora do Cristo, balizadas no Antigo e Novo Testamento das Escrituras e compendiados em dois mandamentos: o amor a Deus, e o amor ao próximo (Mateus 22. 35 a 40); e que tem moral nas palavras e ações, porque aquilo que fala reflete com bons sentimentos – o cordeiro do amor, da compreensão, do perdão, da abnegação, e serviço ao próximo com respeito, renúncia, sinceridade, e simplicidade no coração, vivenciando a dignidade universal – fraternidade e sabedoria.

    A fala do dragão: Significa as falácias da arrogância religiosa em todos os tempos que promove o fanatismo em massa, a cegueira no entendimento que influencia multidão de almas aos abismos da intolerância e preconceito vis, a falta de respeito aos outros credos, e que sucumbe em perseguições irracionais na linguagem, nas expressões e meios de comunicação. É bem o sentido do instinto animal colérico que marca território com obsessão como se as congregações fossem suas agências comerciais, e com exaltação atacam as idéias de outrem; mas, que só sabe iludir as pessoas simples, causar aversão na consciência humana, em nome das coisas sagradas.

    A visão apocalíptica da besta com dois chifres semelhantes aos de um cordeiro é, em todos os tempos, a imagem simbólica dos falsos líderes religiosos e que vem com aparência de cordeiro, mas por dentro são lobos devoradores. Essas bestas se levantam no seio das congregações cristãs, e pode tanto sufocar os seguidores com uma batina, quanto enlaçar os fiéis com uma gravata e criam sistemas sectários irracionais, por isso é importante discernir que trazem conhecimento teológico do Antigo e Novo Testamento sagrados na cabeça o tempo todo, o sentido dos dois chifres do cordeiro. Mas, no seu personalismo soberbo e arrogante, manipulam a imagem mansa do cordeiro que é toda simplicidade, fraternismo, compreensão, perdão, desprendimento, espiritualidade. E vivenciam a crença exaltada, com atitudes, gestos, sentimentos falazes e desejos carnais, expressões nocivas do orgulhoso dragão, representados nessa imagem na fala do dragão, que revela as atitudes dos instintos bestiais na criatura que só sabe rosnar as chamas do fanatismo religioso e egocêntrico, utilizando a fé cristã como se fosse um empreendimento mercantil. E pensa que sua fé, a sua crença, é superior que as das demais pessoas, só porque está na liderança das congregações. Essas bestas propagam o céu para seus fiéis e o inferno para os adversários, contrariando os exemplos do cordeiro: abençoai os que vos maldizem, orai pelos que vos maltratam e perseguem, e fazei o bem aos que vos fazem o mal.

    Alertou o Mestre: pelos seus frutos os conhecereis; e quem quiser ser o maior no plano divino, então que seja o servo de todos; quem a si mesmo se exaltar nas coisas espirituais, será rebaixado na vida celeste. E os últimos serão os primeiros a possuírem o reino dos céus. Os que tiverem feito o bem para a ressurreição da vida eterna e feliz.
    E muitos me dirão, naquele dia (do juízo): Senhor! Temos comido e bebido na tua presença, e tens ensinado em nossos meios (congregações). E lhes responderei: Digo-vos que não sei donde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos que obrastes com tiranias (Lucas 13. 25 a 27).

    Um dos maiores males da sociedade, sempre foi o fanatismo religioso, que em nome da intolerância dogmática faz nascer o sol da discórdia entre as criaturas. E assim evocando o divino, os homens levantam as batalhas de idéias devocionais, manuseiam as congregações como se fossem organizações econômicas, e inventam as extremismos de crenças que separam as pessoas dos sentidos benéficos da vida – da paz, do trabalho, da harmonia, da união, da fraternidade, do progresso moral e intelectual.
    Graças a Deus, que as leis humanas se aperfeiçoaram e coibiram os apedrejamentos em nome da crença; os morticínios cruentos em nome do divino; as guerras religiosas em nome do sagrado; as fogueiras das inquisições em nome do santo ofício; as perseguições em massa causadas pela intransigência da fé cega (tudo mais ou menos em parte). Visto que, infelizmente, ainda existem pessoas que vestem a capa da religião por fora, porque por dentro falam como dragão; e têm idéias retrógradas por que não admitem também o avanço da ciência e da filosofia. E manuseiam o verbo sagrado das escrituras para seus interesses próprios e fanatizados forçando conversões em massa com imposições, sem conseguir ocultar seu intento, que é sustentar-se economicamente à custa de fiéis. E não enxergam que a mensagem de Jesus é doação de fé, esperança, e caridade; de graça recebestes de graça daí: a salvação moral, os bons sentimentos, a liberdade de expressão dosada pelas atitudes do amor fraterno, compreensão, humildade, desapego, e respeito às divergências de cultos (I Cor 13. 13) e (Mt 10. 8).

    voz Q clama
    Intensivo de Difusão Espiritualidade
    http://vozqclamabr.blogspot.com/

    Comentário por ABRAHÃO RIBEIRO | 15/05/2011 | Responder

    • Ótima interpretação. Lúcida e bem fundamentada.

      Comentário por Beatriz Cruz | 05/12/2011 | Responder

      • Olá Beatriz,
        obrigado por seu comentário.
        Quando possível visite nosso blog que sempre teremos novidades.
        Obrigado.

        Comentário por Airton | 05/12/2011

    • Veeja que quem deu a interpletação a Daniel foi o próprio Deus

      Comentário por darcimari | 28/01/2012 | Responder

  2. essa refêrencia biblíca esta correta. tenho visto estudos de teologia tem sido claro.

    Comentário por Luiza Dias carneiro | 30/05/2011 | Responder

  3. QUEM É A BESTA DE DOIS CHIFRES QUE SUBIU DA TERRA?
    DOIS CHIFRES SÃO DOIS GOVERNANTES.
    UM DA FRANÇA, E OUTRO DE ROMA.
    SEMPRE NA PROFECÍA, CADA CHIFRE OU CADA PONTA REPRESENTA UM GOVERNANTE.
    Vejamos em Daniel 8:3; diz: ”E levantei os meus olhos, e vi, e eis que um carneiro estava diante do rio, o qual tinha duas pontas; E AS DUAS PONTAS ERAM ALTAS, mais uma era mais alta do que a outra; e a mais alta subiu por último.”.
    NÓS BEM SABEMOS QUE ESTAS DUAS PONTAS OU CHIFRES, ERAM OS MÊDOS E OS PERSAS. DOIS GOVERNANTES QUE TOMARAM O DOMINIO MUNDIAL, DERROTANDO BABILÔNIA.
    VAMOS CONFIRMAR ISSO EM DANIEL 8:20,21;QUE DIZ:”Aquele carneiro que viste com duas pontas são os reis da Media e da Pérsia;
    “Mas o bode peludo é o rei da Grécia; e a ponta grande que ele tinha entre os olhos é o rei primeiro.”
    ENTÃO ESTÁ CLARO QUE, CADA PONTA OU CHIFRE, REPRESENTA UM GOVERNANTE.
    Nós sabemos que a besta que subiu da terra, é a mesma que subiu do abismo.
    Falando a respeito das duas testemunhas que é o velho e novo testamento, em Apoc. 11:7, diz: “E quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra, e os vencerá, e os matará”.
    ISTO FOI QUANDO FORAM PROSCRITAS AS ESCRITURAS SAGRADAS, durante 3 anos e meio QUE FORAM QUEIMADA NAS PRAÇAS.
    A besta que surgiu da terra, está mais específica em Apoc. 13: v.11em diante.
    No verso 1 diz:”E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes ao de um cordeiro,e falava como o dragão.
    No tempo da perseguição da França contra os protestantes, até presentes se mandaram uns para os outros,por causa de haverem ficado livres das escrituras sagradas que ao atormentavam com as mensagens de DEUS.Apoc.11:10;
    Verso 12;diz:”E exerce todo poder da primeira besta na sua presença,e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta,cuja chaga mortal fora curada”
    Todo trabalho posterior da França, foi levar as pessoas a dar todo apoio para a igreja Romana.

    QUEM RECEBEU A FERIDA MORTAL FOI O PAPA Leão v. MAS COMO A BESTA NÃO É UM PAPA, E SIM, TODOS OS PAPAS DE ROMA, ENTÃO A CURA SE DEU QUANDO ELE FOI SUCEDIDO POR OUTRO PAPA. Ele foi sucedido pelo Papa Estêvão VII (928 ou 929-931).
    Desta vez,Roma passa a estar unida com a França,de maneira pacífica como um cordeiro,mas falaram como dragão,em suas decisões de perseguir o povo de Deus.Apoc.13:11;
    Já havia muitos falsos profetas,e milagrosos nos dias dos apóstolos,e posteriormente eles continuaram, para defender a primeira besta que subiu do mar.Mat. 24:24;2ºPed.2:1;Apoc.13:13,14;

    QUANTO A BESTA QUE SUBIU DA TERRA,OS ADVENTISTAS DIZEM QUE É OS ESTADOS UNIDOS.MAS NÓS LHES REPROVAMOS,PORQUE NUNCA HOUVE DOIS GOVERNANTES NO DOMÍNIO DOS ESTADOS UNIDOS.
    ALEM DO MAIS,OS ADVENTISTAS SEMPRE ENTENDERAM QUE CADA PONTA OU CHIFRES,REPRESENTA UM GOVERNATE.
    Em 1808, tropas francesas tomaram Roma e prendeu o papa Leão v, por ordem do Imperador Napoleão Bonaparte.
    No dia de São Bartolomeu de 1572, o rei francês encomendou o assassinato de todos os protestantes da França. Na Espanha e na Itália era praticamente impossível viver como protestante durante séculos.
    E ASSIM,FICA ESCLARECIDO QUE A BESTA QUE SUBIU DA TERRA,É A FRANÇA, QUE PASSOU PARA ROMA PAPAL

    Comentário por João José Alves | 28/09/2011 | Responder

  4. “ATENÇÃO BLOGUEIROS.” VEJA SE A TORRE DE VIGIA ESTÁ CERTA EM DEFENDER 2520 ANOS, OU SE OS ADVENTISTAS ESTÃO CERTOS EM DEFENDER 1260 ANOS EM SUAS DOUTRINAS.
    VAMOS COMEÇAR PELOS ADVENTISTAS DO SÉTIMOD DIA.
    Em Daniel 7:25;diz:”E proferirá palavras contra o altíssimo,e destruirá os santos do altíssimo,e cuidará em mudar os tempos e a lei;e eles serão entregues em sua mão por um tempo,e tempos,e metade de um tempo.”
    Veja você leitor, que aqui está se referindo a 3 tempos e meio,ou a 1260 dias literais como está em Apoc.12:6;ou os mesmos 3 tempos e meio como está em Apoc.12:14;ou a 3 dias e meio como está em Apoc.11:9;ou a 42 meses de 30 dias,soma-se exatamente 1260 dias,que foi o tempo que a França proscreveu as escrituras sagradas,e matou os chamados protestantes,que eram os seguidores da bíblia na época.Isto foi realmente durante 3 anos e meio segundo a história universal.
    Estes 3 anos e meio,são a metade dos sete tempos que o rei Nabucodonozor,viveu no campo comendo ervas como animais.Veja Daniel 4:32;
    Cada tempo na profecia bíblica equivale há um ano. Veja em Daniel 11:13;
    Os sete tempos que Nabucodonozor esteve vivendo com os animais, foram exatamente sete anos literais.
    Então, os 3 tempos e meio de Dan.7:25;,só pode ser 3 anos e meio.
    Não pode haver uma segunda interpretação.
    MAS, OS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA, DÃO UMA SEGUNDA INTERPRETAÇÃO, DIZENDO QUE ESSES TRÊS TEMPOS E MEIO, SÃO 1260 ANOS.
    POR OUTRO LADO, VEMOSA TORRE DE VIGIA, DIZER TAMBÉM QUE, OS SETE TEMPOS DE DANIEL 4:32;SÃO 2520 ANOS,PORQUE DIZEM ELES:SE OS TRÊS TEMPOS DE DANIEL 7:25;SÃO 1260 DIAS,COMO ALEGAM OS ADVENTISTAS,ENTÃO,OS SETE TEMPOS MENCIONADOS EM DANIEL 4:32;SÃO 2520 ANOS.
    “E ASSIM ESSES MENTIROSOS QUE MAIS CRESCEM NO MUNDO, CONTINUAM ENGANANDO AS PESSOAS DE CASA EM CASA”.
    E VOCÊ DEVE ABRIR OS OLHOS COM ELES.

    Comentário por João José Alves | 28/09/2011 | Responder

  5. Prezado, de acordo com a sua interpretação de que o tempo previsto em Daniel 7:25 deveria ser 3 anos e meio e não 1260 anos, minha pergunta e minha dúvida ficam por conta do texto bíblico que indica que este período de 1 tempo. 2 tempos e metade de um tempo ocorreria após a instauração de um reino, que é dividido em 10 novos reis. De acordo com a historia isso aconteceu em 3 anos e meio literais? Veja o texto bíblico: “Assim me disse ele: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços.
    24 Quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o quál será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis.
    25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, e consumirá os santos do Altíssimo; cuidará em mudar os tempos e a lei; os santos lhe serão entregues na mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo.
    26 Mas o tribunal se assentará em juízo, e lhe tirará o domínio, para o destruir e para o desfazer até o fim.

    Aguardo seus esclarecimentos. Grato.

    Comentário por Jaderson | 08/11/2011 | Responder

    • Olá Janderson,
      antes de mais nada, obrigado por visitar nosso blog e por deixar seus comentários.
      Na minha interpretação desse texto, eu não faço nenhuma menção do termo “tempo, tempos e metade de um tempo” que significariam os 1260 anos a que você se referiu. E também não associo esse texto com o de Daniel capítulo 7.
      A sua interpretação de Daniel 7:25 está correta e significam 1260 anos. Se puder leia o artigo sobre a “Besta que Subiu do Mar” (https://airtonbc.wordpress.com/2011/01/03/a-besta-que-subiu-do-mar/), que é sobre a interpretação de Daniel 7 e Apocalipse 13.
      E se puder, aconselho a ler meu livro “Os Filhos da Promess”, que se encontra livre para download no link abaixo.

      https://airtonbc.files.wordpress.com/2011/03/os-filhos-da-promessa.pdf

      Espero ter ajudado.
      Um abraço

      Comentário por Airton | 08/11/2011 | Responder

  6. Ao abrir agora a minha caixa de mensagens deparo-me com você, como se me provocando com vara curta. Apresenta mais uma vez, uma interpretação histórica de textos escatológicos e mais uma vez repito, uma vez provocada, que dispenso a interpretação histórica, preferindo a “SIMBÓLICA ou ESPIRITUAL”. Insisto nisso, embora você me tenha questionado mil vezes perguntando-me: O QUE É ISSO?
    Quero começar o meu ano com dignidade. Uma vez desrespeitada e até agredida, procurarei esclarecer o meu modo de pensar.

    Os intérpretes do Apocalipse podem ser agrupados em três escolas principais, conforme a resposta que dão à pergunta:

    “A que período de tempo se referem as visões e acontecimentos do Livro?”

    Se respondem:
    “ao passado”, são preteristas (do Latim – praeter, passado).

    Se respondem:
    “ao futuro”, são futuristas.

    Se a resposta é que entendem o Livro como abrangendo, em sua extensão, toda a história do reino de Cristo, eles são “compreensivistas”,
    isto é, adotam uma interpretação que compreende passado, presente e futuro dentro do escopo do Livro.

    È dessa forma que tentei inúmeras vezes, explicar como eu via os estudos escatológicos. Adoto os mesmos fatos proféticos como ocorrendo no passado, presente e no futuro. Você, não compreendeu, talvez por desconhecer o que seja TEOLOGIA e ater-se apenas a letra morta, o aspecto histórico.

    Na quarta-feira, assisti a um debate no programa VEJAM SÒ, justamente sobre esses aspectos: uns possuem uma visão AMILENISTA outros …

    1 – O Preterista – sustenta que o livro de apocalíse tem em vista, pelo menos como objetivo principal, acontecimentos contemporâneos do apóstolo João, ou que estavam muito próximos, quando ele o escreveu. Suas profecias foram cumpridas até o tempo de Constantino, i.e., até o começo do quarto século depois de Cristo. Um jesuíta, Alcasar (1614 d.C.) foi o criador dessa escola.

    O Apocalipse, a meu ver, indica com a maior clareza que ele não se limita aos dias dos Césares. Conforme escreve o Dr. William Milligan:
    “Trata de muita cousa que deverá acontecer até o fim dos tempos, até a total realização da luta da Igreja, até a sua completa vitória e a consecução do seu descanso. . . Há um desenvolvimento gradativo no livro, que só termina com o final advento do Juiz de toda a terra.”
    A interpretação preterista resumiria o Apocalipse a um manual de história da Igreja sob os Césares. É o seu caso. É como você vê. È patente, contudo, para mim e para alguns teólogos que a obra tem um alcance muito mais vasto.
    2 – O futurista – assegura ser o objetivo do livro – o primordial, pelo menos, descrever os eventos que se centralizam na volta de Cristo.
    Essa interpretação transfere a verdadeira importância da maior parte do Livro para um período curto, no fim dos tempos (pelo menos na sua interpretação mais estrita). O jesuíta Ribera (1603 d.C.) fundou esta escola. John N. Darby, entre outros, adotou essa interpretação, que está, hoje, muito difundida. Em sua grande maioria, os pré-milenistas são futuristas. Walter Scott, em seu Comentário do Apocalipse, dá a interpretação futurista comum.
    “Os capítulos 2 e 3 descrevem a história moral da Igreja em sucessivos períodos, a partir do fim do primeiro século do Cristianismo… Nos capítulos 4 e 5 a cena se passa no céu, e não na terra, tendo os santos sido removidos para o seu lar celestial… Colocamos o arrebatamento dos santos depois da ruína da Igreja, demonstrada no capítulo 3, e antes da glória descrita no capítulo 4.”
    E continua Scott, dizendo que:
    “Os eventos relativos aos selos, às trombetas e às taças da ira se dão após o arrebatamento e antes do aparecimento em glória.”
    E acrescenta:
    “Seria impossível compreender o Apocalipse, se isso não se percebesse claramente.”
    “A base para o estudo (ou o seu ponto de partida), ele diz, é que a maior parte deste livro está inteiramente fora da época da Igreja e que o reajuntamento de Israel é o centro da cena, sendo que a Igreja nem aparece.”
    Seria de muito pequeno conforto, por certo, para os santos do tempo de João, muitos dos quais, como ele próprio, sofrendo sob o imperador Domiciano, receber um livro que tratasse quase que exclusivamente de homens que viriam a existir milênios mais tarde.

    3 – O “Compreensivista” – O que adota este ponto de vista afirma que o Livro não trata de um período limitado do reino de Cristo no seu início (conforme diz o preterista) ou no fim (como o futurista), mas abrange toda a história desse reino, desde o primeiro advento até a consumação.

    Sendo assim, Airton, não há o que se discutir, como eu disse antes, apenas aceitar o que dis o grupo vermelho, azul ou amarelo, e você permaneça crendo ter a verdade absoluta em suas conclusões basicamente históricas.
    Você não será o único, nem eu. Temos apenas que nos respeitar. Não sou “Maria vai com as outras”, nem vaca de presépio, como v. sugeriu. Apenas me identifico com um grupo diferente do seu.

    Esse grupo engloba:

    1- Escola Histórica da Igreja
    2-Continuidade da Igreja
    3- Sobre o histórico do Reino

    O primeiro desses grupos considera o livro como apresentando as fases principais da história da Igreja. Esse ponto de vista surgiu nos primeiros séculos da era cristã. Os primeiros escritores a tratar do assunto eram futuristas apenas num ponto: achavam que as visões do Apocalipse estavam começando a se cumprir no tempo deles. Criam que as cousas previstas estavam sendo preparadas nos seus dias e não diziam respeito ao fim. Você, e muitos outros, pertence a esse grupo.

    O segundo grupo difere do primeiro principalmente por interpretar o livro como História ininterrupta. Não existe, no entender deste grupo, sobreposição de visões: os selos seguem um a outro em sequência cronológica. O sétimo selo abrange as sete trombetas; as trombetas seguem-se uma a outra no tempo e a sétima trombeta abrange as sete taças da ira. Assim, do primeiro selo à sétima taça a História decorre sem interrupção, do princípio ao fim da era cristã. Muitos dos que assim pensam acham que estamos nos dias da sétima taça e, portanto, perto da consumação.

    O terceiro grupo é algumas vezes chamado de “simbólico” ou “espiritual” ou, ainda, de “Filosofia Histórica”. È isso que sempre disse a você, que por não ter estudo teológico, nunca aceitou essa minha nomenclatura “SIMBÓLICA ou ESPIRITUAL” e cruelmente me fazia perguntas que eu não soube responder e ainda não sei. Apenas aceito e aí, você me chama de mera seguidora. Vaca de presépio. Isso me entristeceu muito e como eu disse, parecia minha mãe me levando a tortura querendo que eu respondesse coisas que estavam acima de meu conhecimento.

    A Escola da “Filosofia HISTÓRICA””, que não considera o Apocalipse como um relato contínuo, ininterrupto, da História da Igreja, nem mesmo, num sentido mais estrito, como um sumário dessa História. Toma, porém, o Livro como…
    “… tratando do reino de Deus, em toda a sua extensão, do começo ao fim, com o seu desenvolvimento até o grande clímax: a segunda vinda de Cristo.” (Dr. Stonehouse).

    Esses três pontos de vista, dentro do “Compreensivismo” têm em comum o fato de considerar o Livro como abrangendo toda a história do reino de Cristo.
    Em seu favor, deve-se dizer que estão de acordo com o restante do Novo Testamento. O Novo Testamento tem uma perspectiva escatológica: traz-nos sempre à mente a vinda do Senhor como a gloriosa esperança. Mas coloca, igualmente, tremenda ênfase no fato estupendo da encarnação do Senhor e na profunda significação de Sua morte, ressurreição e ascensão.

    Esses eventos foram tão importantes, tão decisivos, que deram início aos “últimos tempos” (Hb 1:1; 9:26, 1ª João 2:18, 1ª Co 10:11) e através deles o povo de Cristo já está de posse da vida eterna e, mesmo agora, já assentado nos lugares celestiais (Ef 2:6).

    Em Mt 28:18-20 temos um testemunho claro do valor decisivo da morte e da ressurreição do Senhor. Aí Ele afirmou ter sido investido de autoridade universal, entregou aos discípulos o grande encargo de levar a Sua mensagem a todo o mundo, e prometeu-lhes Sua contínua companhia até a consumação dos séculos. Em 1ª Coríntios 15, também, somos levados à contemplação do reino de Deus consumado (por ex., nos versículos 50-55), porém aí se dá forte ênfase aos fatos de Cristo já estar reinando e abolindo todo império, e potestade, e força, e deve reinar até serem vencidos todos os Seus inimigos, o último dos quais é a morte, que há de ser “tragada na vitória”, por ocasião da ressurreição dos santos (vs. 24-26, 54).

    É natural encontrar-se no Apocalipse essa mesma ênfase dos outros livros do Novo Testamento – ênfase não apenas no grande acontecimento final, mas também no estabelecimento e na preservação da Igreja antes de tal evento, e na contínua presença de Cristo com ela. É exatamente isso o que se dá.
    A visão de Cristo exaltado, no primeiro capítulo, dá a tónica ou, pelo menos, a perspectiva de todo o livro. O Senhor está no meio dos castiçais e declara possuir as chaves da morte e do Inferno. Essa visão se relaciona intimamente às sete cartas dos capítulos 2 e 3 e simultaneamente constitui a introdução do livro todo. Isso se evidencia pelo fato dos principais elementos usados na descrição do Senhor, feita no capítulo 1, serem repetidos não apenas nos capítulos 2 e 3, mas igualmente no 19 (vs. 12, 15 O que o Apocalipse apresenta é o grande drama do conflito entre Cristo e o Seu povo de um lado, e Satanás e seus seguidores do outro. Compreende o desenrolar de toda a história do reino de Cristo do princípio da era cristã ao grandioso clímax da segunda vinda.

    Comentário por Leila OLIVEIRA | 01/01/2012 | Responder

  7. desculpe eu já ouvi bastante besteira por aí, mas falar que a besta é um animal quadrupede e outras besteiras, me desculpe é demais para mim. Vc esta completamente equivocado falar que a besta é o imperio romano vc precisa ler mais seriamente a Biblia. Comece com capitulo 17 :9 que começa assim – Aqui a sabedoria e continua dali em diante que vc vai ter uma coompreensão melhor. VISITE MINHA COMUNIDADE NO ORKUT – SE CHAMA – EU NÃO GOSTO QUE ME ENGANEM lá esta de vários tópícos – TEM QUEM É A BESTA DO ABISMO – O QUE SIGNIFICA O NÚMERO 666 – QUAL O NOME QUE RECEBE ESSE NÚMERO E MUITO MAIS……….DEUS TE ABENÇÕE – MARCELO

    Comentário por marcelo pereira dos santos | 13/06/2012 | Responder

    • Olá Márcelo,
      agradeço seu comentário e seu convite para visitar sua comunidade. Infelizmente eu não tenho conta no Orkut e terei de declinar o convite.
      Quanto aos seus comentários, a bíblia está ai para ser interpretada. A minha interpretação é esta, e o objetivo é exatamente que todos leiam e tirem suas conclusões.
      Sempre que puder dê uma passada por aqui também.
      Deus te abençoe.

      Comentário por Airton | 13/06/2012 | Responder

  8. deus esta voltando para dar cada um segundo a sua obra vamos sair da teoria e ir para pratica porque disse me disse nao leva ninguem pro ceu vamos ajudar quem precisa e pregar quem realmente tem galardao para nos dar?

    Comentário por andrea | 04/03/2013 | Responder

  9. é só ler a história da destruição de jerusalém que vc vai saber quem era a besta. a quem joão se refere, o general vespasiano era o besta q tinha o poder da primeira ou seja Nero, vespasiano foi ferido com uma flecha e os seus soldados achavam q ele iria morrer mas ele se recuperou. a primeira besta deu seu poder a segunda q fora ferida de morte, Nero morreu e vespasiano assume o império dando todo seu poder a Tito seu filho Tito é a imagem a quem o autor se refere, num tem nem lógica coparar o Apocalipse com a Igreja católica em termos de acusação…

    Comentário por Roberto santos | 01/05/2014 | Responder

    • Olá Roberto, antes de mais nada obrigado por seus comentários em nosso blog.
      O livro do Apocalipse, assim como muitas outras profecias, são livros interpretativos, por isso se pesquisar iremos achar muitas interpretações diferentes a respeito do mesmo texto.
      Agradeço por você ter deixado a sua, que sempre será muito bem vinda em nosso blog. Sinta-se a vontade para comentar qualquer texto que encontrar em nosso blog, pois mesmo sendo antigo, sempre leio todos os comentários feitos.
      Um abraço

      Comentário por Airton | 01/05/2014 | Responder

      • ola Airton paz e bem! eu sou Catolico Apostolico Romano, praticante e tenho pesquisado muito sobre as varias interpretaçoes do apocalipse, confesso não ser muito amigavel com os protestantes, acho um povo separado do mundo com grande arrogancia, sempre acima dos demais cristãos, mais tenho que te da os parabens vc é um exempo de cristão, tem o seu modo de pesar e expresa com umildade a sua opnião.. È bom saber que existe cristão no meio protestante como você, forte abraço em Cristo Jesus…

        Comentário por Roberto santos | 01/05/2014

  10. Se voce disser que os dois chifres da primeira besta é: o imperio romano, porem em dois estagios, naquele tempo “era, e hoje, já não é, mas virá a ser”…

    Comentário por Lucas FF D. Silva | 11/11/2015 | Responder


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